O grito que é dito
não vem do palpite
instante finito.
O som desse rito
não vem do limite
constante detrito.
O peso de mito
simulo na boca
fingir o contido.
A voz em delito
tremula se rouca
nutrir o conflito.
Poema publicado também no Site Recanto das Letras (AQUI).

Um comentário:
Amigo, que massa esse poema! Tão fechadiinho... bem construído... Ficou liindo!! =D
Bjs
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