Chove no asfalto,
na bolha do vidro,
no que fica para trás.
Chove na face do rosto,
no sorriso da menina,
no aconchego da nuvem.
Chove nos campos de cachoeira,
na metade da maçã,
no espasmo do açaizeiro.
Chove na poça da lama,
no pedaço do papel
e no verso inundado do poema.
Poema publicado também no Site Recanto das Letras, seção Poesias (AQUI).
Aquífero
Poesia Elixir | Thiago Azevedo
Blogueiro, escritor e professor. Doutor em Letras pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Graduado em Letras pela Universidade de Pernambuco (UPE). e-mail: prof.thiagoazevedo@gmail.com
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